Depoimento na íntegra de Maína Marchioro

Enquanto estudante de Psicologia, após a apresentação do relatório final em um estágio orientado por uma professora Dra. e analista do comportamento, ela me indicou a procurar o IBAC para iniciar/continuar a minha formação com base nessa ciência (Análise do Comportamento). Então, busquei informações e “cheguei” no Instituto Brasiliense de Análise do Comportamento. Pesquisando artigos e livros passei a me deparar, cada vez mais, com materiais, principalmente os textos clássicos, em inglês. A partir dessa situação pensei: – está na hora de aprender inglês. Estudar inglês é um comportamento que precisa ser modelado. Já matriculada no curso de formação em análise comportamental clínica, recebi um e-mail convite para participar de uma eletiva de Inglês Instrumental, cujo objetivo era: desenvolver o comportamento de leitura para artigos científicos e textos em inglês. Me inscrevi e comecei. O momento que antecedeu a 1º aula foi um pouco aversivo, uma vez que já havia tentado estudar inglês no passado. No entanto, me surpreendi! Estudamos o passo a passo para entendimento geral e identificação das partes importantes dos textos (sim, textos em inglês). Li meu primeiro texto em inglês durante a aula (com ajuda); depois em casa (com ajuda) e passei a discutir os temas dos textos nas aulas. Com base nesta experiência, estudar inglês tornou-se reforçador. Dito de outra forma, além de ampliar o meu repertório comportamental para leituras em inglês, foi possível ampliar o repertório comportamental acerca dos temas clássicos da análise do comportamento e sua filosofia, o behaviorismo radical. Para tal, cabe destacar que as condições para o ensino de inglês instrumental foram disponibilizadas pelo instituto e professor, que se mostrou sempre disponível.
Ex aluna do Inglês Instrumental
Depoimento sobre Inglês Instrumental.