Grupos de Estudos Avançados

Inscrições para 2022/2 abrem em breve!

Nos GEAs, temos encontros virtuais quinzenais – 10 encontros de 1h30 cada – para discutir artigos científicos e outros textos em temas específicos dentro da análise comportamental clínica.

Os encontros são mediados por profissionais reconhecidos da área e não terão mais do que 15 inscritos para facilitar a comunicação e participação de todos. 

Todos os grupos irão iniciar em agosto.

Além disso, os participantes terão:

Durante o semestre, é incentivado que cada GEA realize alguma produção de divulgação científica, infográfico, blog post, post no instagram, artigo de revisão, ou apresentação em evento científico, a ser definido entre os participantes. Veja as apresentações nos Encontros de Estudos Avançados em Análise do Comportamento (EEAAC), organizados pelo IBAC:


É desejável conhecimento instrumental de inglês (leitura) – confira o curso de Inglês Instrumental para psicólogos e estudantes de psicologia do IBAC.

Investimento:

Taxa de matrícula no valor de R$: 100,00 e parcela única:

Valor único total a ser pago no ato da inscrição:

São considerados alunos do IBAC todos regularmente matriculados em cursos de Pós-Graduação ou Formação.

São considerados ex-alunos do IBAC aqueles que concluíram na íntegra e com aprovação um curso de Pós-Graduação ou Formação.

Veja abaixo os GEAs ofertados em 2022/2:

Grupos 1, 2, 4, 5 e 6 tiveram o início adiado. Veja as novas datas de cada um abaixo.

Grupo 1

Aprendendo sobre Pesquisa Clínica: por uma Prática Baseada em Evidências

OBJETIVO: Descobrir quais evidências já temos de práticas terapêuticas que funcionam no Brasil e fora, além de estudar quais metodologias são as mais adequadas e quais conclusões podemos tirar dessas pesquisas.

DESCRIÇÃO: O terapeuta analítico-comportamental se orgulha de fazer parte de uma comunidade que valoriza a ciência do comportamento humano, conforme proposta por B F Skinner. Mas na prática clínica, realmente tomamos decisões baseadas em evidência? 

Neste grupo de estudos, lemos artigos de pesquisas em Análise do Comportamental Clínica e Terapias de Terceira Onda. Vamos descobrir quais evidências já temos de práticas terapêuticas que funcionam no Brasil, no exterior, e quais metodologias são as mais adequadas para tirar diferentes conclusões.

  • Este grupo tem um projeto de pesquisa em andamento sobre a prática baseada em evidências no Brasil. Após cada encontro, 30 minutos adicionais serão destinados ao desenvolvimento da pesquisa, para aqueles interessados em participar (atividade extra sem custo).

PERIODICIDADE: Terças-feiras 17h 

(Encontros: 8/2, 22/2, 8/3, 22/3, 5/4, 19/4, 3/5, 17/5, 31/5, 14/6)
renata

Dra. Renata Cambraia

Coordenadora de Pesquisas e Publicações e Professora do curso de Especialização em Análise Comportamental Clínica no IBAC. Coordenadora de Psicologia e Docente da Faculdade Anhanguera de Brasília. Doutora em Psicologia Básica pela Universidade do Minho, Portugal, com projeto de tese premiado pela B F Skinner Foundation. Foi pesquisadora visitante do laboratório de neurociências comportamentais na Columbia University, EUA. É Mestre em Ciências do Comportamento pela Universidade de Brasília, onde também se formou Psicóloga. Possui Especialização em Análise Comportamental Clínica pelo IBAC.

http://lattes.cnpq.br/1279758336347669

Aprendendo sobre Pesquisa Clínica: por uma Prática Baseada em Evidências

OBJETIVO: Descobrir quais evidências já temos de práticas terapêuticas que funcionam no Brasil e fora, além de estudar quais metodologias são as mais adequadas e quais conclusões podemos tirar dessas pesquisas.

DESCRIÇÃO: O terapeuta analítico-comportamental se orgulha de fazer parte de uma comunidade que valoriza a ciência do comportamento humano, conforme proposta por B F Skinner. Mas na prática clínica, realmente tomamos decisões baseadas em evidência? 

Neste grupo de estudos, lemos artigos de pesquisas em Análise do Comportamental Clínica e Terapias de Terceira Onda. Vamos descobrir quais evidências já temos de práticas terapêuticas que funcionam no Brasil, no exterior, e quais metodologias são as mais adequadas para tirar diferentes conclusões.

  • Este grupo tem um projeto de pesquisa em andamento sobre a prática baseada em evidências no Brasil. Após cada encontro, 30 minutos adicionais serão destinados ao desenvolvimento da pesquisa, para aqueles interessados em participar (atividade extra sem custo).

PERIODICIDADE: Terças-feiras 17h

INÍCIO: 2 de agosto

renata

Dra. Renata Cambraia

Coordenadora de Pesquisas e Publicações e Professora do curso de Especialização em Análise Comportamental Clínica no IBAC. Coordenadora de Psicologia e Docente da Faculdade Anhanguera de Brasília. Doutora em Psicologia Básica pela Universidade do Minho, Portugal, com projeto de tese premiado pela B F Skinner Foundation. Foi pesquisadora visitante do laboratório de neurociências comportamentais na Columbia University, EUA. É Mestre em Ciências do Comportamento pela Universidade de Brasília, onde também se formou Psicóloga. Possui Especialização em Análise Comportamental Clínica pelo IBAC.

http://lattes.cnpq.br/1279758336347669

Grupo 2

Tecnologia e Comportamento

Ainda há vagas!

OBJETIVO: Discutir o impacto psicológico das tecnologias emergentes (redes sociais, inteligência artificial, robótica, metaverso, games, entre outras) em indivíduos, grupos e sociedade.

DESCRIÇÃO: Nos últimos 30 anos, vimos acontecer uma evolução significativa de tecnologias de comunicação. A comunicação interpessoal está sendo ajustada a novas midias. As redes sociais permitem interações contínuas e infinitas. O mundo ficou mais próximo e virtual. 

Como nosso comportamento é modificado pelos conteúdos de post que curtimos? Que reflexos uma reunião do zoom tem na nossa autoimagem? Como lidar com notificações que nos avisam continuamente do que está acontecendo no mundo? Como a tecnologia tem auxiliado idosos e outras populações?

Vamos discutir artigos científicos que avaliam o impacto das interações entre o ser humano e tecnologias emergentes, utilizando principalmente periódicos como “Computers in Human Behavior”, “Technology, Mind and Behavior”, “Behaviour & Information Technology”, “Journal of Technology in Behavioral Science”, “Human Behavior and Emerging Technologies”.

PERIODICIDADE: Sextas-feiras 17h
INÍCIO: 5 de agosto

Patricia Luque

Dra. Patricia Luque (CRP 01/10087)

Psicóloga clínica. Doutora em Ciências do Comportamento e Mestre em Psicologia pela Universidade de Brasília (UnB). Graduada em Psicologia pelo Centro Universitário de Brasília (UniCeub) e em Administração de Empresas pela Universidade de Brasília (UnB). Supervisora de estágio no Instituto Brasiliense de Análise do Comportamento (IBAC). Professora convidada do Instituto Continuum (Londrina-PR). Psicóloga clínica desde 2004. Pesquisadora na área de Comportamento do Consumidor e de Economia Comportamental.

http://lattes.cnpq.br/6918886574010407

Grupo 3

Feminismo e Análise Comportamental Clínica

OBJETIVO: Debater o impacto de variáveis culturais e de gênero no desenvolvimento e saúde mental humanos – principalmente em mulheres – e como essas variáveis devem ser consideradas na prática clínica do Analista do Comportamento.

DESCRIÇÃO: Apesar de se propor a considerar os três níveis de seleção do comportamento humano, nos últimos anos pudemos observar como variáveis culturais são muitas vezes desconsideradas nas análises funcionais realizadas na prática clínica do analista do comportamento. Variáveis de gênero fazem parte destas e pesquisas mostram como não identificá-las e modificá-las torna a prática clínica obsoleta e superficial. Nesse grupo de estudos, livros e artigos com temática afim serão discutidos e a prática clínica abordada e exemplificada ao considerar-se a cultura e seu impacto na saúde mental humana.

PERIODICIDADE: Segundas-feiras 17h
INÍCIO: 8 de agosto

Larissa portela

Ma. Larissa Portela

Mestre em Ciências do Comportamento e Graduação em Psicologia pela Universidade de Brasília. Tem Formação em Análise Comportamental Clínica pelo IBAC, Terapia da Aceitação e Compromisso (ACT) pela Atitude Cursos e Aprofundamento em ACT pela EEPFHC-USP. Atualmente cursa “Act in practice” com Steven Hayes. É membro da ACBS Internacional. Dedica-se à pesquisa, desenvolvimento e atuação nas áreas de gênero, sexualidade, violência contra a mulher, relacionamentos abusivos e Terapia Feminista. É psicóloga clínica – Consultório Particular, professora no ensino superior e pós-graduação, ministra cursos e palestras com temática afim de sua área de atuação e é Diretora Executiva do Instituto Interacta – Cursos on-line em Análise do Comportamento.

http://lattes.cnpq.br/9108416188009010

Grupo 4

Práticas Culturais e seus Impactos na Análise Comportamental Clínica

OBJETIVO: Objetivo: Discutir as práticas culturais em uma perspectiva analítico-comportamental contextual, considerando-as como variáveis importantes na condução do processo terapêutico.

DESCRIÇÃO: Analisar práticas culturais a partir do referencial teórico da Análise do Comportamento e Terapias Comportamentais Contextuais; Discutir os temas liberdade, política, sexualidade, feminismo e racismo; Identificar as relações existentes entre as agências de controle e o comportamento individual na clínica; Realizar análises funcionais considerando as variáveis culturais. 

PERIODICIDADE: Sextas-feiras 17h
INÍCIO: 5 de agosto

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Me. Murilo de Assis Alfaix Melo

Graduação em psicologia pela Universidade de Rio Verde – UniRV (2011), Mestrado em Ciências do Comportamento pela Universidade de Brasília – UnB (2013). Doutorado em Ciências do Comportamento em andamento – UnB (2018). Atualmente é Professor, Supervisor de Estágio, Coordenador do curso de Psicologia e Coordenador da Clínica Escola de Psicologia das Faculdasdes Integras IESGO. Psicólogo Clínico no IBAC. Atua principalmente nos temas: controle social, comportamento governado por regras, metacontingências, práticas culturais, psicologia evolucionista, psicologia do luto, psicologia do desastre, intervenção em crise.

http://lattes.cnpq.br/7891152668623695

Grupo 5

PSICOLOGIA BUDISTA E AS TERAPIAS CONTEXTUAIS

Ainda há vagas!

OBJETIVO: Explicar os conceitos budistas centrais, sua relação com as terapias contextuais e de que forma podem ser aplicados ao trabalho clínico.

DESCRIÇÃO: Através da leitura do livro “Buddhist Psychology and Cognitive-Behavioral Therapy: A Clinician’s Guide” e de artigos complementares, será analisada a relação entre os conceitos budistas e as terapias contextuais. Entre os tópicos centrais a essa análise estarão a relação entre sofrimento e psicopatologia, o papel da compaixão na compreensão e tratamento de problemas psicológicos e como a atenção plena se encaixa na prática de psicoterapia baseada em evidências.

PERIODICIDADE: Segundas-feiras 17h
INÍCIO: 8 de agosto

Joseuda

Esp. Joseuda Lopes (CRP 05/49649)

Psicóloga e professora universitária, com pós-graduação em Terapias Contextuais, Neuropsicologia e Psicologia Positiva, Relações Internacionais, formação em TCC, coaching e mediação. Professora do curso de FAP do IBAC. Treinada por alguns dos principais nomes da Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT), da Terapia Analítica Funcional (FAP), da Ciência da Compaixão e da Terapia Comportamental Dialética (DBT). Facilitadora Prosocial. Tutora Cogmed. Líder do Capítulo ACL do Rio de Janeiro.

http://lattes.cnpq.br/8990599526695611

Grupo 6

Psicopatologia na Clínica Analítico-Comportamental: Demandas recorrentes

OBJETIVO: Discutir demandas recorrentes na prática clínica e as estratégias de intervenção mais indicadas pela literatura.

DESCRIÇÃO: A proposta desse grupo é abordar diferentes demandas trazidas no contexto clínico como ansiedade, depressão, burnout, transtornos alimentares, distúrbios do sono, repertórios sociais pouco desenvolvidos, problemas em relacionamentos, dentre outras, e discutir intervenções propostas pela literatura de forma a auxiliar a atuação de profissionais que atuem na clínica ou tenham interesse em trabalhar nessa área.

PERIODICIDADE: Terças-feiras 17h
INÍCIO: 2 de agosto

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Dra. Nagi Hanna Salm Costa

Doutora em Ciências do Comportamento pela Universidade de Brasília. Mestre em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás). Docente do curso de Formação em Análise Comportamental Clínica (FACC) do IBAC. Especialista em Psicopatologia Clínica pela PUC Goiás. Psicóloga, Bacharel e Licenciada em Psicologia pela PUC Goiás. Participou do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Sobre Comportamento, Cognição e Ensino. Psicóloga Clínica, atende adolescentes, jovens, adultos e casais. Elo credenciado do Centro de Investigações e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) e Psicóloga de Aviação pelo Instituto de Psicologia Aeronáutica (IPA) da Força Aérea Brasileira.

http://lattes.cnpq.br/6524271583615685

Grupo 7

Psicoterapia em adultos negros: Bases e propostas a partir das terapias contextuais

OBJETIVO: Discutir artigos que utilizaram estratégias advindas da análise do comportamento e das terapias contextuais no atendimento de adultos negros.

DESCRIÇÃO: A literatura brasileira sobre as especificidades da psicoterapia para a população negra é escassa. Buscando conhecer um pouco sobre as propostas psicoterapêuticas existentes em outros países, esse grupo de estudos terá como foco a leitura e discussão de artigos que 1) contextualizem a importância de uma abordagem diferenciada no atendimento da população negra, 2) versem sobre viés implícito e imagens de controle atribuídas a população negra e, por fim, 3) utilizaram a Psicoterapia Analítico-Funcional (FAP), a Terapia de Aceitação e do Compromisso (ACT) e a Ciência Comportamental Contextual (CBS), de forma geral, no atendimento de pessoas negras. 

Para tanto, será feita a leitura de artigos (alguns publicados em inglês) dessa temática, buscando entender as possíveis contribuições dessas abordagens para um melhor atendimento da população negra. Para um maior aproveitamento do grupo de estudos, é importante ter conhecimento básico sobre questões raciais (sugiro a leitura do livro “O genocídio do negro brasileiro”, do Abdias Nascimento, como um ponto de partida).

 

Táhcita Medrado Mizael

Dra. Táhcita Medrado Mizael

Psicóloga, Mestra e Doutora em Psicologia pela Universidade Federal de São Carlos e Especialista em Gênero e Sexualidade pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Atualmente, é Pesquisadora de Pós-doutorado na Universidade de São Paulo e Docente na Pós-graduação em Análise do Comportamento Voltada para o Autismo e Outras Neurodivergências do IBAC.

http://lattes.cnpq.br/4870583403228039

Desenvolvimento de comunicação em pessoas com TEA e atrasos no neurodesenvolvimento

OBJETIVO: Discutir as variáveis do repertório de comportamento verbal na aquisição da comunicação de sujeitos com TEA atrasos no neurodesenvolvimento considerando os marcos de desenvolvimento humano necessários para cada etapa e a interdependência de cada operante para o repertório global.

DESCRIÇÃO: Comumente profissionais e familiares sinalizam a ânsia e priorização pela habilidade de fala em sujeitos com TEA, no entanto, é necessário considerarmos a necessidade de repertórios básicos e subdivididos para desenvolvimento desta habilidade complexa considerando cada operante como fundamental para uma comunicação efetiva e analisando cada habilidade marco para fluência de Comportamento Verbal. Este, por sua vez, possibilita aquisição de novos repertórios ligados ao desenvolvimento global. Nesse grupo de estudos, livros e artigos com temática afim serão discutidos e a prática clínica abordada e exemplificada ao considerar-se os marcos do desenvolvimento e a estimulação do comportamento verbal para desenvolvimento de habilidades comunicativas.

 

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Esp. Larissa Lemos

Pós-graduada em Transtorno do Espectro Autista (TEA). Pós-graduanda em Análise do Comportamento Aplicada ao Autismo e Deficiência Intelectual e de Linguagem pela Universidade Federal de São Carlos. Especialista em Psicomotricidade. Aplicadora certificada do Screening Denver II. Formação Avançada sobre o Método PECS. Formação em Manejo de Comportamento Agressivo pelo Núcleo Paradigma de São Paulo. Formação em Métodos de Avaliações para Autismo e  neurodesenvolvimento e Modelo Denver de Intervenção Precoce. Psicóloga pela Faculdade Pernambucana de Saúde, docente de pós graduação, supervisora de estágio e coordenadora de casos clínicos em ABA, fundadora e diretora geral de Clínica especializada em TEA e neurodesenvolvimento.

http://lattes.cnpq.br/8884699473953496

Grupo 8

Terapia Analítico-Comportamental Infantil: da teoria à prática terapêutica

OBJETIVO: Conhecer e debater aspectos empíricos, teóricos e práticos da Terapia Analítico-Comportamental Infantil.

DESCRIÇÃO: De modo geral, pouco é visto sobre o atendimento infantil nos cursos de graduação de Psicologia. Essa lacuna pode favorecer sentimentos de insegurança ao terapeuta acerca dos direcionamentos para a condução e atuação do processo psicoterapêutico com crianças ou adolescentes e com seus responsáveis.

Diante deste cenário, a partir de leituras de artigos científicos e de capítulos de livro referências na área, o grupo contará com discussões para o preparo prático e científico do terapeuta acerca dos seguintes temas: formulação comportamental infantojuvenil; registros comportamentais; planejamento e direcionamento das sessões presenciais e online com crianças e adolescentes; composição de análises funcionais moleculares e molares e intervenção comportamental com ou sem o apoio de recursos terapêuticos; orientação e capacitação aos pais e/ou a outros cuidadores. Além disso, haverá oportunidade para troca de experiências e acolhimento entre os integrantes, supervisão clínica e aprendizagem de construção de recursos terapêuticos criativos/inéditos como tecnologia comportamental para o avanço da área.

PERIODICIDADE: Quintas-feiras 17h
INÍCIO: 4 de agosto

Amanda

Psicóloga Amanda Viana dos Santos

Psicóloga infantojuvenil. Graduada em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás), com Prêmio Mérito Acadêmico Magna cum laude. Mestranda na Universidade Estadual de Londrina. Coordenadora da Comissão de Estudantes da ABPMC. Pós-graduanda em Terapia Analítico-Comportamental Infantil pelo Instituto Skinner. Realizou estágio em pesquisa no Laboratório Biocomportamental da Universidade de São Paulo. Durante a graduação, foi membro do Laboratório de Análise Experimental do Comportamento na PUC Goiás, realizando iniciações científicas na área de comportamento de escolha, autocontrole e estilos parentais (bolsista CNPq). Criadora do projeto Guia Prático dos Pequenos, disponível no Instagram @guiapraticodospequenos. E-mail: amandapsico8@gmail.com

http://lattes.cnpq.br/9040260615976591

Grupo 8

A Clínica e a Pesquisa na Terapia Baseada em Processos

OBJETIVO: Discutir a proposta da Terapia Baseada em Processos, bem como avaliar as pesquisas e evidências já produzidas com base nesse paradigma.

DESCRIÇÃO: Tradicionalmente, tratamentos empiricamente sustentados têm se baseado na lógica biomédica (protocolos específicos para tratamentos específicos). A Terapia Baseada em Processos é um modelo recente, que busca oferecer uma alternativa à essa lógica, propondo uma prática e pesquisa transdiagnóstica, com foco em processos específicos de mudança.

Discutiremos, a partir de um olhar analítico-comportamental, artigos e pesquisas sobre a Terapia Baseada em Processos, com intuito de compreender a proposta de maneira crítica e aprofundada. Utilizaremos os livros-base, bem como pesquisas recentes baseadas nesse paradigma.

PERIODICIDADE: Quintas-feiras 17h
INÍCIO: 4 de agosto

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Gustavo Guimarães Neves

Psicólogo, especialista em Análise Comportamental Clínica (IBAC). Atua como psicólogo clínico, com base na Análise do Comportamento e no Contextualismo Funcional. Atualmente estuda Terapia de Aceitação e Compromisso e Terapia Baseada em Processos.

http://lattes.cnpq.br/1439651344436526

Grupo 9

RO-DBT no Brasil: adaptações culturais

OBJETIVO: Descobrir quais evidências já temos de que RO-DBT funciona como modelo terapêutico para casos de excesso de controle fora do Brasil, além de estudar se e como esse modelo poderia ser adaptado para o contexto brasileiro

DESCRIÇÃO: A Terapia Comportamental Dialética (DBT) já é bem aceita e utilizada no Brasil para tratamento de diversos transtornos e como treinamento de habilidades em regulação emocional, mindfulness, tolerância ao mal estar e efetividade em relacionamentos interpessoais. Enquanto esta se propõe a desenvolver regulação emocional para pessoas com déficts em controle, a RO-DBT se propõe a tratar o excesso desse controle (transtornos alimentares e Transtorno obsessivo compulsivo, por exemplo). Ainda são poucos os estudos brasileiros usando esse modelo ou propondo adaptações ao nosso contexto. Nem mesmo o livro base foi traduzido, ainda. Quais seriam as adaptações necessárias? Para quais casos esse modelo é útil em nossa cultura?  

Neste grupo de estudos, leremos artigos de pesquisas em Terapia Comportamental Dialética Radicalmente Aberta e textos que descrevem esse modelo terapêutico. Vamos descobrir quais evidências já temos de sua eficácia e adaptação brasileiros e que conclusões podemos tirar do caminho a ser traçado para a completa adaptação. 

PERIODICIDADE: Sextas-feiras 17h
INÍCIO: 5 de agosto

Izabella de Lima

Izabella de Lima

Especialista em Terapia Comportamental (ITCR) e graduada em Psicologia (UNESP), atua na clínica como psicóloga e supervisora. Estuda principalmente Análise do Comportamento Clínica e Terapias Contextuais.

http://lattes.cnpq.br/0734563983335465

Grupo 10

O TERAPEUTA ANALÍTICO-COMPORTAMENTAL COMO COMUNIDADE VERBAL ANTI-INTERNALISTA

OBJETIVO: Promover uma prática clínica com a base teórica do Behaviorismo Radical:

  • Combater o internalismo e suas consequências;  
  • Conceber relatos sobre eventos internos como comportamento verbal a ser analisado;  
  • Não paralisar investigações diante de relatos sobre causas internas;  
  • Descrever as contingências que operam; e  
  • Manejá-las, através de alterações produzidas pelas ações do cliente sobre o ambiente.

 

DESCRIÇÃO: A atividade psicoterápica, historicamente, tem sido contexto para emissão de explicações e descrições de ordem internalista, e o psicoterapeuta concebido como um reestruturador de cognições, especialista de sentimentos e sanador do cérebro. Neste sentido, se a psicoterapia é essencialmente uma proposta que permeie os aspectos internalistas, é pertinente tornar esta questão objeto de debate.

À vista disso, este grupo firma-se em viabilizar a elaboração deste papel na construção de preceitos não dicotomizados do ser humano e, portanto, não internalista, possibilitando o terapeuta por meio das contingências, elaborar descrições e explicações não internalistas de comportamentos emitidos por seus clientes. Assim, através do aporte teórico-conceitual do behaviorismo radical e do contextualismo, tenciona-se a ênfase na análise de um todo interativo e a ampliação na elaboração de hipóteses que direcionem a um questionamento e novas possibilidades de intervenções.

PERIODICIDADE: Segundas-feiras 17h
INÍCIO: 8 de agosto

Luana dos Santos Nascimento e Paulo Henrique Barbosa do Carmo

Luana dos Santos Nascimento e Paulo Henrique Barbosa do Carmo

Luana possui graduação em Psicologia pela Faculdade Anísio Teixeira, em Feira de Santana. É pós-graduanda em Análise Comportamental Clínica pelo IBAC. É aluna especial no Programa de Pós-Graduação em Psicologia na Universidade Federal da Bahia.

http://lattes.cnpq.br/5503470888895383

Paulo possui graduação em Psicologia pela Universidade Federal da Bahia (2006), é Especialista em Psicoterapia Comportamental pela USP, e Mestre em Psicologia pela Universidade Federal da Bahia (2009). Trabalha como professor na Faculdade Anísio Teixeira e Faculdade Santíssimo Sacramento, onde, nessa última, coordena o curso de especialização em Psicoterapia Comportamental e Cognitiva: teoria e aplicação.

http://lattes.cnpq.br/2216503986932141

Ressurgência Comportamental: Por que alguns comportamentos retornam?

OBJETIVO: Compreender o processo e procedimento de ressurgência e a importância desse fenômeno para a pesquisa básica e aplicada. Estudaremos as variáveis que afetam a ressurgência para, também, compreender estratégias aplicadas para mitigação da ressurgência em intervenções clínicas.

DESCRIÇÃO: Por que um treinamento de comunicação funcional (FCT), que substitui um comportamento auto e heterolesivo, funciona apenas por pouco tempo? Por que após o término de um relacionamento voltamos a procurar o nosso ex? Por que dietas funcionam por um certo período até voltarmos aos hábitos antigos? Por que o passado, por vezes, ainda nos assombra?

Estudos de ressurgência investigam porque retornamos a padrões de comportamento antigos quando comportamentos atuais deixam de ter sucesso. Vamos, juntos, compreender mais sobre a realização de intervenções que objetivam maior durabilidade do que as que não levam o fenômeno da ressurgência em consideração. Discutiremos alternativas para a melhoria das intervenções em contextos clínicos e, assim, traçaremos manipulações que possam mitigar a ressurgência comportamental.

 

Amanda

Ma. Amanda Calmon

Doutoranda em Ciências do Comportamento na Universidade de Brasília (UnB). Mestre em Ciências do Comportamento pela UnB. Graduada em Psicologia pelo Centro Universitário de Brasília (UniCeub). Atualmente desenvolve pesquisa financiada pela CAPES, sob orientação da professora Raquel Melo, e investiga Treino e Reorganização de Classes de Equivalência e Ressurgência Comportamental. Possui experiência em análise quantitativa do comportamento, com ênfase nas áreas de resistência à mudança e modelos de recaída.

http://lattes.cnpq.br/5401238067577085

eduardo

Me. Eduardo Walcacer

Psicólogo, Mestre em Psicologia e Educação pelo UniCEUB e Doutorando em Ciências do Comportamento pela UnB. Na graduação e mestrado, desenvolveu pesquisas sobre Comportamento Verbal. Durante o Doutorado, está desenvolvendo pesquisas em diversas áreas, como: resistência à mudança, ressurgência, impulsividade e demanda.

http://lattes.cnpq.br/5203157222749993

Grupo 11

Intervenções baseadas em escolha: A importância da Lei da Igualação para a clínica comportamental

OBJETIVO: Discutir como as teorias comportamentais de escolha e achados experimentais da pesquisa básica e aplicada podem contribuir para identificação de contingências de reforço que governam o comportamento do cliente e planejamento de intervenções eficazes.

DESCRIÇÃO: Todos os dias temos uma ampla gama de atividades competindo por nossa atenção, e a maneira como alocamos nosso tempo e nossos recursos em cada opção disponível é governado pelas consequências associadas a cada uma dessas opções. A Análise Experimental do Comportamento tem estudado há décadas a relação entre escolha e parâmetros do reforço. 

Essa relação é bem descrita pela Lei da Igualação, que afirma que a proporção de respostas (ou tempo) que o organismo dedica para cada atividade se iguala à proporção de reforços associados àquela atividade. De acordo com a Lei da Igualação, a maneira como cada pessoa distribui suas respostas e tempo dentre as opções disponíveis no seu dia a dia é um indicativo do valor que ela atribui a determinados reforços. Portanto, isso pode ser uma importante ferramenta na clínica para indicar quais reforços serão efetivos ou não durante o tratamento. 

Além disso, a Lei da Igualação inspirou diversas intervenções clínicas que são amplamente utilizadas, como reforço diferencial de comportamento alternativo (DRA). Por isso, o objetivo desse grupo é discutir a literatura de escolha e entender como dados experimentais, tanto da área básica, como da área aplicada, podem contribuir para o planejamento de intervenções mais eficazes.


Rafaela Fontes

Dra. Rafaela Fontes

Doutora em Psicologia com ênfase em Análise do Comportamento pela Utah State University, EUA. Doutora e Mestre em Ciências do Comportamento pela Universidade de Brasília. Graduada em Psicologia pela Universidade Federal de Sergipe. Experiência em Análise Experimental do Comportamento. Trabalha com modelos quantitativos de escolha, modelos experimentais de recaída, e controle aversivo.

http://lattes.cnpq.br/0535600588930112

Inscrições

Para se inscrever, você deverá:

    1. Pagar a taxa de inscrição:
    Transferência: 341 – Banco Itaú | Agência 8090 | Conta 27.176-1 | CNPJ: 33.135.263-0001/67
    Chave PIX: 33135263000167 (CNPJ)
    2. Clicar no botão de inscrição e ler as instruções com cuidado.
    3. Inserir seus dados pessoais com atenção, pois serão utilizados para emissão do certificado ao final do semestre.
    4. Selecionar sua categoria e o GEA de seu interesse.
    5. Anexar o comprovante de pagamento.
    6. Ler atentamente todas as observações e enviar. Você irá receber um e-mail automático com cópia do formulário preenchido.

Obs. Vagas limitadas às 15 primeiras pessoas a realizarem a inscrição em cada grupo.


Ficou com alguma dúvida?
Entre em contato com a secretaria acadêmica:
secretariaacademica@ibac.com.br ou (61) 99276-8873.

 Inscrições abertas em breve.

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