Grupos de Estudos Avançados

As inscrições para 2022/1 abrem em janeiro!

Nos GEAs, temos dois encontros virtuais mensais – 10 encontros de 1h30 cada – para discutir artigos científicos e outros textos em temas específicos dentro da análise comportamental clínica.

Os encontros são mediados por profissionais reconhecidos da área e não terão mais do que 15 inscritos para facilitar a comunicação e participação de todos. 

Todos os grupos irão iniciar em fevereiro.

Além disso, os participantes terão:

Durante o semestre, é incentivado que cada GEA realize alguma produção de divulgação científica,  infográfico, blog post, post no instagram, artigo de revisão, ou apresentação em evento científico, a ser definido entre os participantes. Veja as apresentações nos Simpósios de Estudos Avançados em Análise do Comportamento (SEAAC): 


É desejável conhecimento instrumental de inglês (leitura) – confira o curso de Inglês Instrumental para psicólogos e estudantes de psicologia do IBAC.

Investimento:

Taxa de matrícula no valor de R$: 100,00 e parcela única:

São considerados alunos do IBAC todos regularmente matriculados em cursos de Pós-Graduação ou Formação. São considerados ex-alunos do IBAC aqueles que concluíram na íntegra e com aprovação um curso de Pós-Graduação ou Formação.

Veja abaixo os GEAs ofertados em 2021/2:

Grupos 1, 2, 4, 5 e 6 tiveram o início adiado. Veja as novas datas de cada um abaixo.

Grupo 1

Aprendendo sobre Pesquisa Clínica: por uma Prática Baseada em Evidências

OBJETIVO: Descobrir quais evidências já temos de práticas terapêuticas que funcionam no Brasil e fora, além de estudar quais metodologias são as mais adequadas e quais conclusões podemos tirar dessas pesquisas.

DESCRIÇÃO: O terapeuta analítico-comportamental se orgulha de fazer parte de uma comunidade que valoriza a ciência do comportamento humano, conforme proposta por B F Skinner. Mas na prática clínica, realmente tomamos decisões baseadas em evidência? 

Neste grupo de estudos, lemos artigos de pesquisas em Análise do Comportamental Clínica e Terapias de Terceira Onda. Vamos descobrir quais evidências já temos de práticas terapêuticas que funcionam no Brasil, no exterior, e quais metodologias são as mais adequadas para tirar diferentes conclusões.

  • Este grupo tem um projeto de pesquisa em andamento sobre a prática baseada em evidências no Brasil. Após cada encontro, 30 minutos adicionais serão destinados ao desenvolvimento da pesquisa, para aqueles interessados em participar (atividade extra sem custo).

PERIODICIDADE: Terças-feiras 17h 

(Encontros: 8/2, 22/2, 8/3, 22/3, 5/4, 19/4, 3/5, 17/5, 31/5, 14/6)
renata

Dra. Renata Cambraia

Coordenadora de Pesquisas e Publicações e Professora do curso de Especialização em Análise Comportamental Clínica no IBAC. Coordenadora de Psicologia e Docente da Faculdade Anhanguera de Brasília. Doutora em Psicologia Básica pela Universidade do Minho, Portugal, com projeto de tese premiado pela B F Skinner Foundation. Foi pesquisadora visitante do laboratório de neurociências comportamentais na Columbia University, EUA. É Mestre em Ciências do Comportamento pela Universidade de Brasília, onde também se formou Psicóloga. Possui Especialização em Análise Comportamental Clínica pelo IBAC.

http://lattes.cnpq.br/1279758336347669

Grupo 2

Tecnologia e Comportamento

Ainda há vagas!

OBJETIVO: Discutir o impacto psicológico das tecnologias emergentes (redes sociais, inteligência artificial, robótica, metaverso, games, entre outras) em indivíduos, grupos e sociedade.

DESCRIÇÃO: Nos últimos 30 anos, vimos acontecer uma evolução significativa de tecnologias de comunicação. A comunicação interpessoal está sendo ajustada a novas midias. As redes sociais permitem interações contínuas e infinitas. O mundo ficou mais próximo e virtual. 

Como nosso comportamento é modificado pelos conteúdos de post que curtimos? Que reflexos uma reunião do zoom tem na nossa autoimagem? Como lidar com notificações que nos avisam continuamente do que está acontecendo no mundo? Como a tecnologia tem auxiliado idosos e outras populações?

Vamos discutir artigos científicos que avaliam o impacto das interações entre o ser humano e tecnologias emergentes, utilizando principalmente periódicos como “Computers in Human Behavior”, “Technology, Mind and Behavior”, “Behaviour & Information Technology”, “Journal of Technology in Behavioral Science”, “Human Behavior and Emerging Technologies”.

PERIODICIDADE: Sextas-feiras 17h

(Encontros: 4/2, 18/2, 4/3, 18/3, 1/4, 29/4, 13/5, 27/5, 10/6, 24/6)
Patricia Luque

Dra. Patricia Luque (CRP 01/10087)

Psicóloga clínica. Doutora em Ciências do Comportamento e Mestre em Psicologia pela Universidade de Brasília (UnB). Graduada em Psicologia pelo Centro Universitário de Brasília (UniCeub) e em Administração de Empresas pela Universidade de Brasília (UnB). Supervisora de estágio no Instituto Brasiliense de Análise do Comportamento (IBAC). Professora convidada do Instituto Continuum (Londrina-PR). Psicóloga clínica desde 2004. Pesquisadora na área de Comportamento do Consumidor e de Economia Comportamental.

http://lattes.cnpq.br/6918886574010407

Grupo 3

Intersecções e Feminismo na Análise do Comportamento

OBJETIVO: Debater o impacto de variáveis culturais e de gênero no desenvolvimento e saúde mental humanos – principalmente em mulheres – e como essas variáveis devem ser consideradas na prática clínica do Analista do Comportamento.

DESCRIÇÃO: Apesar de se propor a considerar os três níveis de seleção do comportamento humano, nos últimos anos pudemos observar como variáveis culturais são muitas vezes desconsideradas nas análises funcionais realizadas na prática clínica do analista do comportamento. Variáveis de gênero fazem parte destas e pesquisas mostram como não identificá-las e modificá-las torna a prática clínica obsoleta e superficial. Nesse grupo de estudos, livros e artigos com temática afim serão discutidos e a prática clínica abordada e exemplificada ao considerar-se a cultura e seu impacto na saúde mental humana.

PERIODICIDADE: Quartas-feiras 17h

(Encontros: 9/2, 23/2, 9/3, 23/3, 6/4, 20/4, 4/5, 18/5, 1/6, 15/6)
Larissa portela

Ma. Larissa Portela

Mestre em Ciências do Comportamento e Graduação em Psicologia pela Universidade de Brasília. Tem Formação em Análise Comportamental Clínica pelo IBAC, Terapia da Aceitação e Compromisso (ACT) pela Atitude Cursos e Aprofundamento em ACT pela EEPFHC-USP. Atualmente cursa “Act in practice” com Steven Hayes. É membro da ACBS Internacional. Dedica-se à pesquisa, desenvolvimento e atuação nas áreas de gênero, sexualidade, violência contra a mulher, relacionamentos abusivos e Terapia Feminista. É psicóloga clínica – Consultório Particular, professora no ensino superior e pós-graduação, ministra cursos e palestras com temática afim de sua área de atuação e é Diretora Executiva do Instituto Interacta – Cursos on-line em Análise do Comportamento.

http://lattes.cnpq.br/9108416188009010

Grupo 4

Práticas Culturais e seus Impactos na Análise Comportamental Clínica

OBJETIVO: Objetivo: Discutir as práticas culturais em uma perspectiva analítico-comportamental contextual, considerando-as como variáveis importantes na condução do processo terapêutico.

DESCRIÇÃO: Analisar práticas culturais a partir do referencial teórico da Análise do Comportamento e Terapias Comportamentais Contextuais; Discutir os temas liberdade, política, sexualidade, feminismo e racismo; Identificar as relações existentes entre as agências de controle e o comportamento individual na clínica; Realizar análises funcionais considerando as variáveis culturais. 

PERIODICIDADE: Segundas-feiras 20h30 

(Encontros: 7/2, 21/2, 7/3, 21/3, 4/4, 18/4, 2/5, 16/5, 30/5, 13/6)
Ana Clara

Ma. Ana Clara Almeida Silva

Psicóloga e Mestre em Psicologia (UFMT), Doutoranda em Teoria e Pesquisa do Comportamento (UFPA). Formação em Terapia Sistêmica com Indivíduos, Casais e Famílias (CEFI) e Aperfeiçoamento Clínico em Análise do Comportamento (UFMT). É professora de pós-graduação em Análise do Comportamento Aplicada (ABA). É co-líder do projeto mundial “Viva com Consciência, Coragem e Amor”. Trabalha com Psicologia Clínica desde 2012 e oferece Supervisão Clínica e Grupos de Estudos em Terapias Comportamentais Contextuais. Se interessa pelos temas Psicoterapia Feminista e Saúde Mental e Sexual da Mulher desde a sua formação.

http://lattes.cnpq.br/6803629026934642

Grupo 5

Compreendendo a Compaixão através da FAP

Ainda há vagas!

OBJETIVO: Discutir e refletir como os repertórios comportamentais da compaixão podem ser fomentados pelo modelo ACL da FAP.

DESCRIÇÃO: O que é compaixão? Como desenvolver e porque desenvolver essa habilidade? Como defini-la em termos comportamentais? Qual a relação entre o modelo ACL e este tema? Nossos encontros procuraram responder estas perguntas a partir de uma visão comportamental.

PERIODICIDADE: Quartas-feiras 17h

(Encontros: 23/2, 9/3, 23/3, 6/4, 20/4, 4/5, 18/5, 1/6, 15/6 29/6)
Joseuda

Esp. Joseuda Lopes (CRP 05/49649)

Psicóloga e professora universitária, com pós-graduação em Terapias Contextuais, Neuropsicologia e Psicologia Positiva, Relações Internacionais, formação em TCC, coaching e mediação. Professora do curso de FAP do IBAC. Treinada por alguns dos principais nomes da Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT), da Terapia Analítica Funcional (FAP), da Ciência da Compaixão e da Terapia Comportamental Dialética (DBT). Facilitadora Prosocial. Tutora Cogmed. Líder do Capítulo ACL do Rio de Janeiro.

http://lattes.cnpq.br/8990599526695611

Grupo 6

Psicopatologia na Clínica Analítico-Comportamental: Demandas recorrentes

OBJETIVO: Discutir demandas recorrentes na prática clínica e as estratégias de intervenção mais indicadas pela literatura.

DESCRIÇÃO: A proposta desse grupo é abordar diferentes demandas trazidas no contexto clínico como ansiedade, depressão, burnout, transtornos alimentares, distúrbios do sono, repertórios sociais pouco desenvolvidos, problemas em relacionamentos, dentre outras, e discutir intervenções propostas pela literatura de forma a auxiliar a atuação de profissionais que atuem na clínica ou tenham interesse em trabalhar nessa área.

PERIODICIDADE: Terças-feiras 17h 

(Encontros: 8/2, 22/2, 8/3, 22/3, 5/4, 19/4, 3/5, 17/5, 31/5, 14/6)
Nagi2

Dra. Nagi Hanna Salm Costa

Doutora em Ciências do Comportamento pela Universidade de Brasília. Mestre em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás). Docente do curso de Formação em Análise Comportamental Clínica (FACC) do IBAC. Especialista em Psicopatologia Clínica pela PUC Goiás. Psicóloga, Bacharel e Licenciada em Psicologia pela PUC Goiás. Participou do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Sobre Comportamento, Cognição e Ensino. Psicóloga Clínica, atende adolescentes, jovens, adultos e casais. Elo credenciado do Centro de Investigações e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) e Psicóloga de Aviação pelo Instituto de Psicologia Aeronáutica (IPA) da Força Aérea Brasileira.

http://lattes.cnpq.br/6524271583615685

Grupo 7

Psicoterapia em adultos negros: Bases e propostas a partir das terapias contextuais

OBJETIVO: Discutir artigos que utilizaram estratégias advindas da análise do comportamento e das terapias contextuais no atendimento de adultos negros.

DESCRIÇÃO: A literatura brasileira sobre as especificidades da psicoterapia para a população negra é escassa. Buscando conhecer um pouco sobre as propostas psicoterapêuticas existentes em outros países, esse grupo de estudos terá como foco a leitura e discussão de artigos que 1) contextualizem a importância de uma abordagem diferenciada no atendimento da população negra, 2) versem sobre viés implícito e imagens de controle atribuídas a população negra e, por fim, 3) utilizaram a Psicoterapia Analítico-Funcional (FAP), a Terapia de Aceitação e do Compromisso (ACT) e a Ciência Comportamental Contextual (CBS), de forma geral, no atendimento de pessoas negras. 

Para tanto, será feita a leitura de artigos (alguns publicados em inglês) dessa temática, buscando entender as possíveis contribuições dessas abordagens para um melhor atendimento da população negra. Para um maior aproveitamento do grupo de estudos, é importante ter conhecimento básico sobre questões raciais (sugiro a leitura do livro “O genocídio do negro brasileiro”, do Abdias Nascimento, como um ponto de partida).

PERIODICIDADE: Segundas-feiras 17h 

(Encontros: 7/2, 21/2, 7/3, 21/3, 4/4, 18/4, 2/5, 16/5, 30/5, 13/6)
Táhcita Medrado Mizael

Dra. Táhcita Medrado Mizael

Psicóloga, Mestra e Doutora em Psicologia pela Universidade Federal de São Carlos e Especialista em Gênero e Sexualidade pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Atualmente, é Pesquisadora de Pós-doutorado na Universidade de São Paulo e Docente na Pós-graduação em Análise do Comportamento Voltada para o Autismo e Outras Neurodivergências do IBAC.

http://lattes.cnpq.br/4870583403228039

Grupo 8

Desenvolvimento de comunicação em pessoas com TEA e atrasos no neurodesenvolvimento

OBJETIVO: Discutir as variáveis do repertório de comportamento verbal na aquisição da comunicação de sujeitos com TEA atrasos no neurodesenvolvimento considerando os marcos de desenvolvimento humano necessários para cada etapa e a interdependência de cada operante para o repertório global.

DESCRIÇÃO: Comumente profissionais e familiares sinalizam a ânsia e priorização pela habilidade de fala em sujeitos com TEA, no entanto, é necessário considerarmos a necessidade de repertórios básicos e subdivididos para desenvolvimento desta habilidade complexa considerando cada operante como fundamental para uma comunicação efetiva e analisando cada habilidade marco para fluência de Comportamento Verbal. Este, por sua vez, possibilita aquisição de novos repertórios ligados ao desenvolvimento global. Nesse grupo de estudos, livros e artigos com temática afim serão discutidos e a prática clínica abordada e exemplificada ao considerar-se os marcos do desenvolvimento e a estimulação do comportamento verbal para desenvolvimento de habilidades comunicativas.

PERIODICIDADE: Quartas-feiras 17h 

(Encontros: 9/2, 23/2, 9/3, 23/3, 6/4, 20/4, 4/5, 18/5, 1/6, 15/6)
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Esp. Larissa Lemos

Pós-graduada em Transtorno do Espectro Autista (TEA). Pós-graduanda em Análise do Comportamento Aplicada ao Autismo e Deficiência Intelectual e de Linguagem pela Universidade Federal de São Carlos. Especialista em Psicomotricidade. Aplicadora certificada do Screening Denver II. Formação Avançada sobre o Método PECS. Formação em Manejo de Comportamento Agressivo pelo Núcleo Paradigma de São Paulo. Formação em Métodos de Avaliações para Autismo e  neurodesenvolvimento e Modelo Denver de Intervenção Precoce. Psicóloga pela Faculdade Pernambucana de Saúde, docente de pós graduação, supervisora de estágio e coordenadora de casos clínicos em ABA, fundadora e diretora geral de Clínica especializada em TEA e neurodesenvolvimento.

http://lattes.cnpq.br/8884699473953496

Grupo 9

Terapia Analítico-Comportamental Infantil: da teoria à prática terapêutica

OBJETIVO: Conhecer e debater aspectos empíricos, teóricos e práticos da Terapia Analítico-Comportamental Infantil.

DESCRIÇÃO: De modo geral, pouco é visto sobre o atendimento infantil nos cursos de graduação de Psicologia. Essa lacuna pode favorecer sentimentos de insegurança ao terapeuta acerca dos direcionamentos para a condução e atuação do processo psicoterapêutico com crianças ou adolescentes e com seus responsáveis.

Diante deste cenário, a partir de leituras de artigos científicos e de capítulos de livro referências na área, o grupo contará com discussões para o preparo prático e científico do terapeuta acerca dos seguintes temas: formulação comportamental infantojuvenil; registros comportamentais; planejamento e direcionamento das sessões presenciais e online com crianças e adolescentes; composição de análises funcionais moleculares e molares e intervenção comportamental com ou sem o apoio de recursos terapêuticos; orientação e capacitação aos pais e/ou a outros cuidadores. Além disso, haverá oportunidade para troca de experiências e acolhimento entre os integrantes, supervisão clínica e aprendizagem de construção de recursos terapêuticos criativos/inéditos como tecnologia comportamental para o avanço da área.

PERIODICIDADE: Quintas-feiras 17h 

(Encontros: 10/2, 24/2, 10/3, 24/3, 7/4, 21/4, 5/5, 19/5, 2/6, 23/6)
Amanda

Psicóloga Amanda Viana dos Santos

Psicóloga infantojuvenil. Graduada em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás), com Prêmio Mérito Acadêmico Magna cum laude. Mestranda na Universidade Estadual de Londrina. Coordenadora da Comissão de Estudantes da ABPMC. Pós-graduanda em Terapia Analítico-Comportamental Infantil pelo Instituto Skinner. Realizou estágio em pesquisa no Laboratório Biocomportamental da Universidade de São Paulo. Durante a graduação, foi membro do Laboratório de Análise Experimental do Comportamento na PUC Goiás, realizando iniciações científicas na área de comportamento de escolha, autocontrole e estilos parentais (bolsista CNPq). Criadora do projeto Guia Prático dos Pequenos, disponível no Instagram @guiapraticodospequenos. E-mail: amandapsico8@gmail.com

http://lattes.cnpq.br/9040260615976591

Grupo 10

Ressurgência Comportamental: Por que alguns comportamentos retornam?

OBJETIVO: Compreender o processo e procedimento de ressurgência e a importância desse fenômeno para a pesquisa básica e aplicada. Estudaremos as variáveis que afetam a ressurgência para, também, compreender estratégias aplicadas para mitigação da ressurgência em intervenções clínicas.

DESCRIÇÃO: Por que um treinamento de comunicação funcional (FCT), que substitui um comportamento auto e heterolesivo, funciona apenas por pouco tempo? Por que após o término de um relacionamento voltamos a procurar o nosso ex? Por que dietas funcionam por um certo período até voltarmos aos hábitos antigos? Por que o passado, por vezes, ainda nos assombra?

Estudos de ressurgência investigam porque retornamos a padrões de comportamento antigos quando comportamentos atuais deixam de ter sucesso. Vamos, juntos, compreender mais sobre a realização de intervenções que objetivam maior durabilidade do que as que não levam o fenômeno da ressurgência em consideração. Discutiremos alternativas para a melhoria das intervenções em contextos clínicos e, assim, traçaremos manipulações que possam mitigar a ressurgência comportamental.

PERIODICIDADE: Terças-feiras 17h 

(Encontros: 8/2, 22/2, 8/3, 22/3, 5/4, 19/4, 3/5, 17/5, 31/5, 14/6)
Amanda

Ma. Amanda Calmon

Doutoranda em Ciências do Comportamento na Universidade de Brasília (UnB). Mestre em Ciências do Comportamento pela UnB. Graduada em Psicologia pelo Centro Universitário de Brasília (UniCeub). Atualmente desenvolve pesquisa financiada pela CAPES, sob orientação da professora Raquel Melo, e investiga Treino e Reorganização de Classes de Equivalência e Ressurgência Comportamental. Possui experiência em análise quantitativa do comportamento, com ênfase nas áreas de resistência à mudança e modelos de recaída.

http://lattes.cnpq.br/5401238067577085

eduardo

Me. Eduardo Walcacer

Psicólogo, Mestre em Psicologia e Educação pelo UniCEUB e Doutorando em Ciências do Comportamento pela UnB. Na graduação e mestrado, desenvolveu pesquisas sobre Comportamento Verbal. Durante o Doutorado, está desenvolvendo pesquisas em diversas áreas, como: resistência à mudança, ressurgência, impulsividade e demanda.

http://lattes.cnpq.br/5203157222749993

Grupo 11

Intervenções baseadas em escolha: A importância da Lei da Igualação para a clínica comportamental

OBJETIVO: Discutir como as teorias comportamentais de escolha e achados experimentais da pesquisa básica e aplicada podem contribuir para identificação de contingências de reforço que governam o comportamento do cliente e planejamento de intervenções eficazes.

DESCRIÇÃO: Todos os dias temos uma ampla gama de atividades competindo por nossa atenção, e a maneira como alocamos nosso tempo e nossos recursos em cada opção disponível é governado pelas consequências associadas a cada uma dessas opções. A Análise Experimental do Comportamento tem estudado há décadas a relação entre escolha e parâmetros do reforço. 

Essa relação é bem descrita pela Lei da Igualação, que afirma que a proporção de respostas (ou tempo) que o organismo dedica para cada atividade se iguala à proporção de reforços associados àquela atividade. De acordo com a Lei da Igualação, a maneira como cada pessoa distribui suas respostas e tempo dentre as opções disponíveis no seu dia a dia é um indicativo do valor que ela atribui a determinados reforços. Portanto, isso pode ser uma importante ferramenta na clínica para indicar quais reforços serão efetivos ou não durante o tratamento. 

Além disso, a Lei da Igualação inspirou diversas intervenções clínicas que são amplamente utilizadas, como reforço diferencial de comportamento alternativo (DRA). Por isso, o objetivo desse grupo é discutir a literatura de escolha e entender como dados experimentais, tanto da área básica, como da área aplicada, podem contribuir para o planejamento de intervenções mais eficazes.

PERIODICIDADE: Quintas-feiras 17h 

(Encontros: 10/2, 24/2, 10/3, 24/3, 7/4, 21/4, 5/5, 19/5, 2/6, 23/6)
Rafaela Fontes

Dra. Rafaela Fontes

Doutora em Psicologia com ênfase em Análise do Comportamento pela Utah State University, EUA. Doutora e Mestre em Ciências do Comportamento pela Universidade de Brasília. Graduada em Psicologia pela Universidade Federal de Sergipe. Experiência em Análise Experimental do Comportamento. Trabalha com modelos quantitativos de escolha, modelos experimentais de recaída, e controle aversivo.

http://lattes.cnpq.br/0535600588930112

Inscrições

Para se inscrever, você deverá:

  1. Clicar no botão de inscrição e selecionar a opção “Curso Extra”.
  2. Selecionar o GEA de seu interesse.
  3. Preencher os dados solicitados, ler atentamente todas as instruções e enviar.
  4. Gerar o boleto bancário e efetuar o pagamento.
  5. Aguardar um email com a validação da sua matrícula.
  6. A inscrição deve ser feita preferencialmente pelo computador. Caso tenha alguma dificuldade com o boleto, envie email para financeiro@ibac.com.br solicitando o envio. 

Obs. Sua inscrição estará concluída. Porém, a matrícula somente será efetivada para as primeiras 15 pessoas a realizarem o pagamento do boleto de inscrição.

Ficou com alguma dúvida? Entre em contato com a secretaria acadêmica: secretariaacademica@ibac.com.br ou (61) 99276-8873.

 Inscrições abertas em breve.

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